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Bolsonaro cria excludente de ilicitude para evitar que policiais sejam responsabilizadas por mortes de inocentes em manifestações contra seu governo

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender, nesta segunda-feira 25, o projeto que amplia o conceito de excludente de ilicitude previsto no Código Penal, para agentes de segurança em operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Segundo ele, a medida pode auxiliar a atuação dos agentes no combate a protestos violentos e atos de vandalismo.

“Protesto é uma coisa, vandalismo, terrorismo são completamente diferentes. Incendiar bancos, invadir ministério, isso aí não é protesto. E se o Congresso nos der o que gente quer, esse protesto vai ser impedido de ser feito. O Congresso é que vai dizer se nós devemos combater esses atos terroristas ou não”, afirmou o presidente a jornalistas aos chegar no Palácio do Alvorada, residência oficial, no final da tarde.

O Código Penal, no Artigo 23, estabelece a exclusão de ilicitude em três casos: estrito cumprimento de dever legal, em legítima defesa e em estado de necessidade. Nessas circunstâncias específicas, atos praticados por agentes de segurança não são considerados crimes. A lei atual também prevê que quem pratica esses atos pode ser punido se cometer excessos.

VEJA

Do blog: Resumindo isso quer dizer que  se por acaso está ocorrendo uma manifestação contra o presidente Bolsonaro e se um policial atirar e matar qualquer pessoa, mesmo que ela seja inocente, ele não responderá por aquele crime.

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