Deltan usou movimentos para pressionar STF após morte de Teori

Novos diálogos divulgados pelo site The Intercept Brasil mostram que o procurador Deltan Dallagnol, do Ministério Público Federal, usou dois movimentos da sociedade para pressionar o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional por pautas do interesse dos integrantes da Operação Lava Jato.

As mensagens mostram que, logo após a morte de Teori Zavascki, em janeiro de 2017, o procurador expressou sua preocupação em relação a quem seria o substituto do ministro na relatoria da Lava Jato no STF. A um representante do Instituto Mude, de Curitiba, Deltan mostrou-se contrário à possibilidade de a função ser assumida por Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes ou Marco Aurélio.

O ministro Edson Fachin acabou se transferindo para a 2ª Turma do STF e assumiu a relatoria. Mas os integrantes da operação preferiam que fosse Luís Roberto Barroso. Deltan conta que chegou a fazer um pedido ao ministro: “Ele ficou alijado de todo processo. Ninguém consultou ele em nenhum momento. Há poréns na visão dele em ir, mas insisti com um pedido final. É possível, mas improvável”. Em fevereiro de 2017, diante da possibilidade de o Supremo rever seu entendimento que permitia a prisão em segunda instância, o procurador articulou com sua colega, Thaméa Danelon, uma forma de pressionar o recém-empossado ministro Alexandre de Moraes a votar pela manutenção da medida.

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Thalita Moema

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