As Forças Armadas dos Estados Unidos anunciaram neste sábado (10) a realização de uma ofensiva militar de grande escala contra posições do Estado Islâmico em diferentes regiões da Síria. A operação, conduzida pelo Comando Central dos EUA (Centcom), teve como objetivo enfraquecer a capacidade operacional do grupo terrorista e impedir sua reorganização no território sírio, considerado estratégico para a atuação de células extremistas.
Em comunicado oficial, o Centcom afirmou que os ataques foram direcionados a múltiplos alvos do Estado Islâmico espalhados pelo país, incluindo centros de comando, áreas de apoio logístico e esconderijos usados por combatentes. Segundo o comando americano, a ofensiva ocorreu por volta das 12h30, no horário da Costa Leste dos Estados Unidos, e faz parte de uma estratégia contínua para evitar que o grupo volte a planejar ou executar atentados contra alvos locais e internacionais.
Autoridades militares destacam que, apesar de o Estado Islâmico ter perdido grande parte de seu território nos últimos anos, a organização ainda mantém células ativas na Síria, explorando o vácuo de poder deixado pela guerra civil e a instabilidade regional. A ofensiva, segundo Washington, busca justamente impedir que o grupo se aproveite do atual cenário de tensão no Oriente Médio para se fortalecer novamente.
A ação também ocorre em um momento de elevação das tensões na região, com conflitos paralelos e instabilidade política em países vizinhos, o que aumenta o risco de expansão de grupos extremistas. Para os Estados Unidos, manter pressão militar sobre o Estado Islâmico é considerado essencial para preservar a segurança regional e evitar novas ameaças terroristas de alcance global.





