Flávio Bolsonaro tenta desmoralizar, atacar o MPRJ e diz que investigação é ilegal

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Após o Ministério Público do Rio de Janeiro, pedir a quebra de sigilo bancário do senador Flavio Bolsonaro, filho do presidente Bolsonaro, ele se manifestou atacando o órgão dizendo que a investigação era ilegal e deveria ser arquivada. E só para constar, a INVESTIGAÇÃO QUE TEM PROVAS, e que Queiroz sumiu, desapareceu do mapa.

Em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, neste domingo 12, Flávio afirmou que a investigação conduzida pelo MP-RJ é ilegal e deve ser arquivada, que a quebra dos sigilos fiscais e bancários dele e de Queiroz serve para “dar um verniz de legalidade naquilo que já está contaminado”. — Eles querem requentar uma informação que conseguiram de forma ilegal, inconstitucional. Como viram a cagada que fizeram, agora querem requentar, dar um verniz de legalidade naquilo que já está contaminado e não tem mais jeito. Vejo que há grande intenção de alguns do Ministério Público de me sacanear — afirmou o senador.

No clã Bolsonaro, quando o Ministério Público investiga outros políticos é aplaudido, mas quando investiga a família tenta desmoralizar o MPRJ e atacar para servir de alvo da população.

O senador ainda aproveitou a oportunidade que Queiroz está sumido, para dizer que errou por confiar demais nele. 

senador afirmou ainda que não sabe do paradeiro do seu ex-assessor Fabrício Queiroz e que talvez tenha “confiado demais” nele: — Quem tem que cobrar agora explicações é o Ministério Público. Óbvio que cobrei também, mas ele não me deu as explicações precisas à época, me deu de forma genérica. Agora é o Ministério Público que tem de apurar. Talvez meu erro tenha sido esse: confiar demais nele, sem dúvida.

O senador negou ainda que houve em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio (Alej) a chamada “rachadinha” — prática de servidores devolverem parte dos salários aos deputados. Em fevereiro, o próprio Queiroz confirmou, em depoimento por escrito, que servidores do gabinete de Flávio Bolsonaro devolviam parte do salário e que esse dinheiro era usado para ampliar a rede de colaboradores junto à base eleitoral do então deputado. O que ninguém entende é, por que o MP só é atacado quando investiga a família Bolsonaro? São imunes a justiça ?

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