Gilmar Mendes que soltou traficante com 200kg de cocaína, negou prisão domiciliar para Bolsonaro

O ministro Gilmar Mendes, o mesmo que autorizou a soltura de um traficante flagrado com quase 200 kg de cocaína e beneficiou investigados da Lava Jato, determinou a manutenção da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro na Papuda.

Na decisão, o magistrado afirmou que o habeas corpus sequer foi apresentado pela defesa técnica de Bolsonaro, o que tornaria o pedido inadmissível. “Diante do exposto, não conheço do habeas corpus, por manifesta inadmissibilidade da via eleita”, diz trecho do despacho, com base no Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal.

Gilmar também destacou que a Corte não admite habeas corpus contra decisões de ministros ou de órgãos colegiados do próprio STF.

O mais grave de toda a situação é manter alguém preso sem a comprovação de qualquer crime, em uma medida que levanta sérias dúvidas sobre justiça e imparcialidade.

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