PF indicia Temer por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa no inquérito dos portos

Nesta terça-feira 16, a Polícia Federal indiciou o presidente Michel Temer (MDB), por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa, no inquérito do “Decreto dos Portos”.

O delegado federal Cleyber Malta, encaminhou o relatório para o ministro do STF, Luís Roberto Barroso, que tem um prazo de 5 dias para se pronunciar se vai receber ou não a denúncia. 

No inquérito do “Decreto dos Portos”, foi apurado se houve pagamento de propina em troca de uma edição no decreto presidencial.

Foram indiciados mais 9 pessoas que a PF, apontou envolvimento com corrupção passiva/ativa e lavagem de dinheiro: 

O coronel João Baptista Lima (prisão preventiva) e sua mulher Maria Rita Fratezi.

O sócio Carlos Alberto Costa e o filho dele, Carlos Alberto Costa Filho. 

O empresário Antônio Celso Grecco e seu subordinado Ricardo Mesquita, da Rodrimar, e de Gonçalo Torrealba, do grupo Libra.

Todos estes foram citados pela PF, como supostos responsáveis por pagamentos de propina em troca de benefícios.

A PF também pediu o bloqueio de bens dos envolvidos, de Temer e sua filha. 

A operação “Decreto dos Portos”, investigou o recebimento de vantagens indevidas dos acusados pela PF, pelo suposto favorecimento da empresa Rodrimar S/A por meio da edição do Decreto dos Portos (Decreto 9.048/2017).

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