Presidente diz que se decreto de armas for inconstitucional deixará de existir

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O presidente Jair Bolsonaro, já mudou a conversa e recuou sobre o decreto de armas após as polêmicas, políticos, aliados, críticas das bancadas evangélicas e diversas classes sociais.

Logo após Rosa Weber pedir uma explicação sobre o decreto que é inconstitucional, de acordo com a Câmara e Senado, em cinco dias, o presidente disse que se fosse inconstitucional deixaria de existir.

“Teremos um bom embate no tocante a isso [decreto das armas], pode ter certeza. Não estamos fazendo nada mais do que o povo quis em 2015. E estamos dentro do limite da lei”, disse o presidente em Foz do Iguaçu. “Se for inconstitucional, tem que deixar de existir. Quem vai dar a palavra final é o plenário da Câmara ou a Justiça”, completou o presidente.

Jair Bolsonaro está cumprindo uma de suas promessas de campanha, mas o problema é que o decreto não passou pelo ministro Sérgio Moro, pela Câmara ou Senado.

O decreto tem causado repúdio e polêmica, principalmente porque autoriza crianças a praticarem tiro, sem autorização da justiça, apenas com a permissão dos pais.

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