Presidente do TRE/RN Glauber Rêgo, participa de evento com ministra do TSE, para lançamento de “Carta à nação brasileira”

Nesta segunda-feira 22, o presidente do TRE/RN, Glauber Rêgo, participou de um evento com a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, e presidentes de tribunais regionais eleitorais de todo o País (TREs) que assinaram nesta uma “carta à nação brasileira”, defendendo o sistema eletrônico de votação, rechaçando qualquer possibilidade de a urna completar automaticamente o voto do eleitor, pediram também a sociedade brasileira para atuar em prol do respeito às instituições, para que não existe dúvida sobre o trabalho que todos estão se empenhando para realizar com honestidade, critérios e confiabilidade.

Foi discutido sobre as fake news disseminadas sobre as urnas eletrônicas, alegando que atingia a imagem da Justiça Eleitoral.

A presidente Rosa Weber, reafirmou na “carta à nação brasileira”, a garantia de “total integridade e confiabilidade das urnas eletrônicas” e informa que a urna brasileira “é totalmente segura”.

“ A Justiça Eleitoral realiza testes e auditorias que comprovam a transparência e absoluta confiabilidade do sistema eletrônico” e sustenta que “não existe a possibilidade da urna eletrônica completar automaticamente o voto do eleitor”.

No dia 7 de outubro, quando foi realizado o primeiro turno, circulou um vídeo em que um homem aperta o número “1” em uma urna eletrônica e diz que, mesmo sem apertar o “3”, aparece a foto e o nome do candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad.

Além disso, em transmissão ao vivo nas redes sociais no mês passado, o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse que as eleições 2018 podem resultar em uma “fraude” por causa da ausência do voto impresso.

“Essa possibilidade de fraude no segundo turno, talvez até no primeiro, é concreta”, afirmou Bolsonaro na ocasião, sem explicar como isso ocorreria.

Respeito

Na “carta à nação brasileira”, a Justiça Eleitoral conclama a sociedade para atuar em prol da manutenção do Estado Democrático de Direito, “com respeito às instituições, dentre as quais a Justiça Eleitoral, que é a responsável por assegurar a legitimidade do processo eleitoral brasileiro”.

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