Presidente foge ao ser questionado sobre escândalo de chefe da SECOM que recebia verba de publicidade pela empresa da mãe

A Folha de São Paulo denunciou nesta quarta-feira 15, o primeiro escândalo sobre corrupção do Governo Bolsonaro, que durante a campanha dizia que ia exterminar à corrupção e moralizar tudo. A denúncia foi sobre o Chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República), Fabio Wajngarten que recebe, por meio de uma empresa da qual é sócio, dinheiro de emissoras de TV e de agências de publicidade contratadas pela própria secretaria, ministérios e estatais do governo Jair Bolsonaro.

A Secom é a responsável pela distribuição da verba de propaganda do Planalto e também por ditar as regras para as contas dos demais órgãos federais. No ano passado, gastou R$ 197 milhões em campanhas e excluiu a Folha de tudo, e reduziu em 90% a publicidade da Globo, para favorecer a Record, Band e SBT.
A Folha destacou ainda que assumiu desde que assumiu a pasta em abril deste ano, se mantém como principal sócio da FW Comunicação e Marketing, que oferece ao mercado um serviço conhecido como Controle da Concorrência. Tem 95% das cotas da empresa e sua mãe, Clara Wajngarten, outros 5%, segundo dados da Receita e da Junta Comercial de São Paulo. A Folha confirmou que a FW tem contratos com ao menos cinco empresas que recebem do governo, entre elas a Band e a Record, cujas participações na verba publicitária da Secom vêm crescendo. Em 2019, a Band, por exemplo, pagou R$ 9.046 por mês (R$ 109 mil no ano) à empresa do chefe da secretaria por consultorias diversas. O valor mensal corresponde à metade do salário de Wajngarten no governo (R$ 17,3 mil).

Os montantes foram confirmados à Folha pelo próprio Grupo Bandeirantes, ao ser procurado. A emissora informou que contrata a FW desde 2004. Disse também ter pago a ela R$ 10.089 mensais em 2017 e R$ 8.689 mensais em 2018. Sob o comando de Wajngarten, a Secom passou a destinar para Band, Record e SBT fatias maiores da verba publicitária para TV aberta, enquanto a Globo, líder de audiência, viu suas receitas despencarem a um patamar mais baixo que o das concorrentes.
Quando questionado sobre o subsídio na conta de energia para as igrejas evangélicas, recuou e se negou a dar.
Com conteúdo da Folha

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A Folha de São Paulo denunciou nesta quarta-feira 15, o primeiro escândalo sobre corrupção do Governo Bolsonaro, que durante a campanha dizia que ia exterminar à corrupção e moralizar tudo. A denúncia foi sobre o Chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República), Fabio Wajngarten que recebe, por meio de uma empresa da qual é sócio, dinheiro de emissoras de TV e de agências de publicidade contratadas pela própria secretaria, ministérios e estatais do governo Jair Bolsonaro. A Secom é a responsável pela distribuição da verba de propaganda do Planalto e também por ditar as regras para as contas dos demais órgãos federais. No ano passado, gastou R$ 197 milhões em campanhas e excluiu a Folha de tudo, e reduziu em 90% a publicidade da Globo, para favorecer a Record, Band e SBT. A Folha destacou ainda que assumiu desde que assumiu a pasta em abril deste ano, se mantém como principal sócio da FW Comunicação e Marketing, que oferece ao mercado um serviço conhecido como Controle da Concorrência. Tem 95% das cotas da empresa e sua mãe, Clara Wajngarten, outros 5%, segundo dados da Receita e da Junta Comercial de São Paulo. A Folha confirmou que a FW tem contratos com ao menos cinco empresas que recebem do governo, entre elas a Band e a Record, cujas participações na verba publicitária da Secom vêm crescendo. Em 2019, a Band, por exemplo, pagou R$ 9.046 por mês (R$ 109 mil no ano) à empresa do chefe da secretaria por consultorias diversas. O valor mensal corresponde à metade do salário de Wajngarten no governo (R$ 17,3 mil). Os montantes foram confirmados à Folha pelo próprio Grupo Bandeirantes, ao ser procurado. A emissora informou que contrata a FW desde 2004. Disse também ter pago a ela R$ 10.089 mensais em 2017 e R$ 8.689 mensais em 2018. Sob o comando de Wajngarten, a Secom passou a destinar para Band, Record e SBT fatias maiores da verba publicitária para TV aberta, enquanto a Globo, líder de audiência, viu suas receitas despencarem a um patamar mais baixo que o das concorrentes. Quando questionado sobre o subsídio na conta de energia para as igrejas evangélicas, recuou e se negou a dar. Com conteúdo da Folha

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